...SEELE...
...Um lugar para a alma...
domingo, 26 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
O Vencedor Leva Tudo
Eu não quero conversar,Sobre as coisas que nós passamosEmbora isso me machuque,Agora é passadoEu joguei todas as minhas cartas,E foi o que você fez tambémNão há mais nada a dizer,Nenhum "áz" a mais a jogarO vencedor leva tudo,O perdedor fica menorAo lado da vitória,Está o seu destino
Eu estava em seus braços,
Achando que ali era o meu lugar
Eu achava que fazia sentido,
Construindo-me uma cerca
Construindo-me um lar
Achando que seria forte lá
Mas fui um tolo,
Jogando conforme às regras
Os deuses podem jogar um dado,
Suas mentes são tão frias quanto gelo
E alguém bem aqui embaixo,
Perde alguém querido
O vencedor leva tudo,
O perdedor tem que cair
É simples e está claro,
Por que eu deveria lamentar?
Mas diga-me se ele beija,
Como eu costumava te beijar?
Mas diga-me se é a mesma coisa,
Quando ele o chama?
Em algum lugar bem profundo,
Você deve saber que eu sinto a sua falta
Mas o que eu posso dizer?
As regras tem de serem obedecidas
Os juízes decidirão,
As coisas boas da minha vida,
Os espectadores do espetáculo,
Sempre ficam quietos
O jogo começa de novo,
Uma amiga ou amante?
Uma pequena ou uma grande coisa?
O vencedor leva tudo
Eu não quero conversar,
Se isso te deixa triste
E eu entendo,
Você veio me dar um aperto de mão
Peço desculpas,
Se isso faz você se sentir mal
Ao me ver tão tenso
Sem auto-confiança
Mas você compreende
O vencedor leva tudo...
O vencedor leva tudo...
Alguém querido...
Leva tudo...
E o perdedor...
Tem que cair...
Lance um dado...
Frio como gelo...
Bem aqui embaixo...
Alguém querido...
Leva tudo...
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Ninguém
O céu...
um círculo fez...
E eu o que fiz???
O mesmo outra vez...
O sol...
E eu o que fiz???
O mesmo outra vez...
O sol...
O Sol...
nasceu e morreu...
E eu ainda não,
Um dia, talvez...
E eu ainda não,
Um dia, talvez...
Sem incomodar ninguém...
Nem me fazer nota...r
Volto ao mesmo lugar...
Vou esperar ninguém...
...Ninguém...
Nem me fazer nota...r
Volto ao mesmo lugar...
Vou esperar ninguém...
...Ninguém...
Os cães...
latem pra me censurar...
Mas nem vou argumentar,
Com indivíduos assim...
Tão só,
Que quase posso escutar...
O dia matar...
A noite que chega ao fim...
Mas nem vou argumentar,
Com indivíduos assim...
Tão só,
Que quase posso escutar...
O dia matar...
A noite que chega ao fim...
Sem incomodar ninguém...Nem me fazer notar...
Volto ao mesmo lugar...
Pois vai estar lá ninguém...
...........Ninguém
...........Ninguém...
Ninguém........
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
9ª Sinfonia de Beethoven em português
Baixo
Ó, amigos, mudemos de tom!
Entoemos algo mais prazeroso
E mais alegre!
Entoemos algo mais prazeroso
E mais alegre!
Baixo. Quarteto e coro
Alegria, formosa centelha divina,
Filha do Elíseo,
Ébrios de fogo entramos
Em teu santuário celeste!
Tua magia volta a unir
O que o costume rigorosamente dividiu.
Todos os homens se irmanam
Ali onde teu doce vôo se detém.
Filha do Elíseo,
Ébrios de fogo entramos
Em teu santuário celeste!
Tua magia volta a unir
O que o costume rigorosamente dividiu.
Todos os homens se irmanam
Ali onde teu doce vôo se detém.
Quem já conseguiu o maior tesouro
De ser o amigo de um amigo,
Quem já conquistou uma mulher amável
Rejubile-se conosco!
Sim, mesmo se alguém conquistar apenas uma alma,
Uma única em todo o mundo.
Mas aquele que falhou nisso
Que fique chorando sozinho!
De ser o amigo de um amigo,
Quem já conquistou uma mulher amável
Rejubile-se conosco!
Sim, mesmo se alguém conquistar apenas uma alma,
Uma única em todo o mundo.
Mas aquele que falhou nisso
Que fique chorando sozinho!
Alegria bebem todos os seres
No seio da Natureza:
Todos os bons, todos os maus,
Seguem seu rastro de rosas.
Ela nos deu beijos e vinho e
Um amigo leal até a morte;
Deu força para a vida aos mais humildes
E ao querubim que se ergue diante de Deus!
No seio da Natureza:
Todos os bons, todos os maus,
Seguem seu rastro de rosas.
Ela nos deu beijos e vinho e
Um amigo leal até a morte;
Deu força para a vida aos mais humildes
E ao querubim que se ergue diante de Deus!
Tenor e coro
Alegremente, como seus sóis voem
Através do esplêndido espaço celeste
Se expressem, irmãos, em seus caminhos,
Alegremente como o herói diante da vitória.
Através do esplêndido espaço celeste
Se expressem, irmãos, em seus caminhos,
Alegremente como o herói diante da vitória.
Coro
Abracem-se milhões!
Enviem este beijo para todo o mundo!
Irmãos, além do céu estrelado
Mora um Pai Amado.
Milhões se deprimem diante Dele?
Mundo, você percebe seu Criador?
Procure-o mais acima do Céu estrelado!
Sobre as estrelas onde Ele mora!
Enviem este beijo para todo o mundo!
Irmãos, além do céu estrelado
Mora um Pai Amado.
Milhões se deprimem diante Dele?
Mundo, você percebe seu Criador?
Procure-o mais acima do Céu estrelado!
Sobre as estrelas onde Ele mora!
sábado, 27 de agosto de 2011
Colapso do Século 21
Nascido na era Nixon, fui criado no inferno.
Uma criança com bem-estar onde habitam os companheiros.
O último nascido, o primeiro a correr.
Minha cidade era cega pelo sol da refinaria
A minha geração é zero.
Eu nunca cheguei a ser um herói da classe trabalhadora
Colapso do Século 21
Uma vez eu estava perdido, mas nunca fui encontrado.
Acho que estou perdendo o que resta da minha mente
Para o prazo final do século 20
Eu era feito de veneno e sangue
Condenação é o que eu entendia
Jogos para a queda das torres
Segurança da terra natal poderia matar todos nós
A minha geração é zero.
Eu nunca cheguei a ser um herói da classe trabalhadora
Colapso do Século 21
Uma vez eu estava perdido, mas nunca fui encontrado.
Acho que estou perdendo o que resta da minha mente
Para o prazo final do século 20
Nós somos os gritos da classe dos treze.
Nascidos na era da humilhação
Nós somos os desesperados em declínio
Criados pelos bastardos de 1969
Meu nome é ninguém,
seu filho perdido há muito tempo
Nascido em 4 de julho
Criado em uma era de heróis e trapaceiros
Deixando-me morto ou vivo
Eu sou uma nação,
Um trabalhador do orgulho
Minha dívida com o estado atual
As cicatrizes em minhas mãos
E os meios para um fim
É tudo que eu tenho para mostrar
Eu engoli meu orgulho
E engasguei em minha fé
Eu dei meu coração e minha alma
Quebrei meus dedos
E contei uma baita mentira
O pilar de controle do perigo
Eu estive no precipício
E joguei o buquê
De flores deixadas sobre o túmulo
Eu sentei na sala de espera
Passando meu tempo
E esperando pelo dia do julgamento
Elogio a Liberdade
A liberdade de obedecer
É a canção que me estrangula
Não passe do limite
Sonhe, América sonhe
Eu nem posso dormir
Por causa da luz do amanhecer
Oh grite, América grite!
Acredita no que você vê de heróis e trapaceiros?
Uma criança com bem-estar onde habitam os companheiros.
O último nascido, o primeiro a correr.
Minha cidade era cega pelo sol da refinaria
A minha geração é zero.
Eu nunca cheguei a ser um herói da classe trabalhadora
Colapso do Século 21
Uma vez eu estava perdido, mas nunca fui encontrado.
Acho que estou perdendo o que resta da minha mente
Para o prazo final do século 20
Eu era feito de veneno e sangue
Condenação é o que eu entendia
Jogos para a queda das torres
Segurança da terra natal poderia matar todos nós
A minha geração é zero.
Eu nunca cheguei a ser um herói da classe trabalhadora
Colapso do Século 21
Uma vez eu estava perdido, mas nunca fui encontrado.
Acho que estou perdendo o que resta da minha mente
Para o prazo final do século 20
Nós somos os gritos da classe dos treze.
Nascidos na era da humilhação
Nós somos os desesperados em declínio
Criados pelos bastardos de 1969
Meu nome é ninguém,
seu filho perdido há muito tempo
Nascido em 4 de julho
Criado em uma era de heróis e trapaceiros
Deixando-me morto ou vivo
Eu sou uma nação,
Um trabalhador do orgulho
Minha dívida com o estado atual
As cicatrizes em minhas mãos
E os meios para um fim
É tudo que eu tenho para mostrar
Eu engoli meu orgulho
E engasguei em minha fé
Eu dei meu coração e minha alma
Quebrei meus dedos
E contei uma baita mentira
O pilar de controle do perigo
Eu estive no precipício
E joguei o buquê
De flores deixadas sobre o túmulo
Eu sentei na sala de espera
Passando meu tempo
E esperando pelo dia do julgamento
Elogio a Liberdade
A liberdade de obedecer
É a canção que me estrangula
Não passe do limite
Sonhe, América sonhe
Eu nem posso dormir
Por causa da luz do amanhecer
Oh grite, América grite!
Acredita no que você vê de heróis e trapaceiros?
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Rapsódia Boêmia
Isso é vida real?
Isso é só fantasia?
Pego num desmoronamento
Sem poder escapar da realidade
Olhe para o céu e veja
Eu sou apenas um pobre menino,
Eu não preciso de compaixão
Porque eu venho fácil, fácil vou
E possuo altos e baixos
De qualquer jeito que o vento soprar,
Isso realmente não importa pra mim, pra mim
Coloquei uma arma em sua cabeça
Puxei o gatilho, agora ele está morto
Mamãe, a vida acabou de começar
Mas agora eu joguei tudo fora
Mamãe, ooh
Não foi minha intenção te fazer chorar
Se eu não estiver de volta a esta hora amanhã
Continue, continue
Como se nada realmente importasse
Tarde demais, chegou minha hora
Sinto arrepios em minha espinha
Meu corpo está doendo toda hora
Adeus a todos - eu agora tenho que ir
Tenho que deixar todos vocês para trás
E encarar a verdade
Mamma, ooo, eu não quero morrer
Às vezes eu desejo nunca ter nascido
Eu vejo uma pequena silhueta de um homem
Palhaço, palhaço você fará o fandango
Raios e relâmpagos me assustam muito, muito.
Gallileo, Gallileo,
Gallileo, Gallileo,
Gallileo Figaro - magnífico;
Mas eu sou apenas um pobre menino e ninguém me ama
Ele é só um pobre menino de uma pobre família
Poupe sua vida desta monstruosidade
Fácil vem, fácil vai - você vão me deixar ir?
Em nome de Deus! Não - nós não o deixaremos ir
Deixe-o ir
Em nome de Deus! Nós não o deixaremos ir - deixe-o ir
Em nome de Deus! Nós não o deixaremos ir - deixe-me ir
Não o deixe ir - deixe-me ir, nunca
Nunca deixar-te ir - deixe-me ir
Nunca deixe-me ir ooh
Não, não, não, não, não, não, não
Oh mamma mia, mamma mia, mamma mia deixe-me ir
Belzebu, tem um diabo reservado pra mim
Pra mim
Então você acha
Que pode me apedrejar e cuspir em meus olhos?
Então você acha que pode me amar
E me deixar pra morrer?
Oh baby - não pode fazer isso comigo, baby
Só tenho que sair
Só tenho que sair logo daqui
Nada realmente importa
Qualquer um pode ver
Nada realmente importa
Nada realmente importa pra mim
E de qualquer forma o vento sopra...
Assinar:
Postagens (Atom)






