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domingo, 26 de fevereiro de 2012

A Solidão


Você foi embora e não retorna mais

E o trem das 07:30 sem ela

É um coração de metal sem alma

No frio da manhã cinzenta da cidade.

Na escola o banco é vago, você vive em mim

É doce sua respiração entre meus pensamentos

Distância enorme parece nos dividir,

Mas o coração bate forte dentro de mim.


Quem sabe você pensa em mim

Se com si próprio já não fala mais

Se você se esconde como eu

Desvia os olhares e você está

Trancada no quarto e não quer comer

Segura forte a você o travesseiro e

Chora e você não sabe o quão mais mal lhe fará a solidão.


Você em meu caderno numa fotografia

Com olhos de menina um pouco tímida

Seguro-a forte ao coração e sinto que está aqui

Entre as tarefas de inglês e matemática.

Seu pai e seus conselhos, que monotonia,

Ele com seu trabalho te levou para longe.

De fato sua opinião já não importa mais

E disse: ?um dia você me entenderá.?.


Quem sabe você pensa em mim

Se com os amigos falará

Pra não sofrer mais por mim,

Mas não é fácil, você sabe.


Na escola já não posso mais

E o entardecer sem você

Estudar é inútil, todas as ideias se concentram em você.

Não é possível dividir a vida de nós dois.

Te imploro, espere-me, meu amor,

Mas te iludir não sei.

A solidão entre nós

Este silêncio dentro de mim

É uma inquietude de viver a vida sem você.

Te imploro, espere-me porque

Não posso estar sem você,

Não é possível dividir a história de nós dois.


A solidão entre nós

Este silêncio dentro de mim

É uma inquietude de viver a vida sem você.

Te imploro, espere porque

Não posso estar sem você,

Não é possível dividir a história de nós dois. A Solidão.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011




                      Só passando o tempo


                                            

terça-feira, 27 de setembro de 2011

O Vencedor Leva Tudo


Eu não quero conversar,


Sobre as coisas que nós passamos


Embora isso me machuque,


Agora é passado


Eu joguei todas as minhas cartas,


E foi o que você fez também


Não há mais nada a dizer,


Nenhum "áz" a mais a jogar



O vencedor leva tudo,


O perdedor fica menor


Ao lado da vitória,


Está o seu destino


Eu estava em seus braços,


Achando que ali era o meu lugar


Eu achava que fazia sentido,


Construindo-me uma cerca


Construindo-me um lar


Achando que seria forte lá


Mas fui um tolo,


Jogando conforme às regras



Os deuses podem jogar um dado,


Suas mentes são tão frias quanto gelo


E alguém bem aqui embaixo,


Perde alguém querido


O vencedor leva tudo,


O perdedor tem que cair


É simples e está claro,


Por que eu deveria lamentar?



Mas diga-me se ele beija,


Como eu costumava te beijar?


Mas diga-me se é a mesma coisa,


Quando ele o chama?


Em algum lugar bem profundo,


Você deve saber que eu sinto a sua falta


Mas o que eu posso dizer?


As regras tem de serem obedecidas



Os juízes decidirão,


As coisas boas da minha vida,


Os espectadores do espetáculo,


Sempre ficam quietos


O jogo começa de novo,


Uma amiga ou amante?


Uma pequena ou uma grande coisa?


O vencedor leva tudo



Eu não quero conversar,


Se isso te deixa triste


E eu entendo,


Você veio me dar um aperto de mão


Peço desculpas,


Se isso faz você se sentir mal


Ao me ver tão tenso


Sem auto-confiança


Mas você compreende


O vencedor leva tudo...


O vencedor leva tudo...



Alguém querido...


Leva tudo...


E o perdedor...


Tem que cair...


Lance um dado...


Frio como gelo...


Bem aqui embaixo...


Alguém querido...


Leva tudo...

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Ninguém


O céu...
um círculo fez...
E eu o que fiz???
O mesmo outra vez...
O sol...
O Sol...
nasceu e morreu...
E eu ainda não,
Um dia, talvez...
Sem incomodar ninguém...
Nem me fazer nota...r
Volto ao mesmo lugar...
Vou esperar ninguém...
   ...Ninguém...
Os cães...
latem pra me censurar...
Mas nem vou argumentar,
Com indivíduos assim...
Tão só,
Que quase posso escutar...
O dia matar...
A noite que chega ao fim...
Sem incomodar ninguém...
Nem me fazer notar...
Volto ao mesmo lugar...
Pois vai estar lá ninguém...
...........Ninguém
Ninguém........ 
...........Ninguém...
Ninguém........

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

9ª Sinfonia de Beethoven em português

Baixo
Ó, amigos, mudemos de tom!
Entoemos algo mais prazeroso
E mais alegre!
Baixo. Quarteto e coro
Alegria, formosa centelha divina,
Filha do Elíseo,
Ébrios de fogo entramos
Em teu santuário celeste!
Tua magia volta a unir
O que o costume rigorosamente dividiu.
Todos os homens se irmanam
Ali onde teu doce vôo se detém.
Quem já conseguiu o maior tesouro
De ser o amigo de um amigo,
Quem já conquistou uma mulher amável
Rejubile-se conosco!
Sim, mesmo se alguém conquistar apenas uma alma,
Uma única em todo o mundo.
Mas aquele que falhou nisso
Que fique chorando sozinho!
Alegria bebem todos os seres
No seio da Natureza:
Todos os bons, todos os maus,
Seguem seu rastro de rosas.
Ela nos deu beijos e vinho e
Um amigo leal até a morte;
Deu força para a vida aos mais humildes
E ao querubim que se ergue diante de Deus!
Tenor e coro
Alegremente, como seus sóis voem
Através do esplêndido espaço celeste
Se expressem, irmãos, em seus caminhos,
Alegremente como o herói diante da vitória.
Coro
Abracem-se milhões!
Enviem este beijo para todo o mundo!
Irmãos, além do céu estrelado
Mora um Pai Amado.
Milhões se deprimem diante Dele?
Mundo, você percebe seu Criador?
Procure-o mais acima do Céu estrelado!
Sobre as estrelas onde Ele mora!

sábado, 27 de agosto de 2011

Colapso do Século 21

Nascido na era Nixon, fui criado no inferno.
Uma criança com bem-estar onde habitam os companheiros.
O último nascido, o primeiro a correr.
Minha cidade era cega pelo sol da refinaria

A minha geração é zero.
Eu nunca cheguei a ser um herói da classe trabalhadora

Colapso do Século 21
Uma vez eu estava perdido, mas nunca fui encontrado.
Acho que estou perdendo o que resta da minha mente
Para o prazo final do século 20

Eu era feito de veneno e sangue
Condenação é o que eu entendia
Jogos para a queda das torres
Segurança da terra natal poderia matar todos nós

A minha geração é zero.
Eu nunca cheguei a ser um herói da classe trabalhadora

Colapso do Século 21
Uma vez eu estava perdido, mas nunca fui encontrado.
Acho que estou perdendo o que resta da minha mente
Para o prazo final do século 20

Nós somos os gritos da classe dos treze.
Nascidos na era da humilhação
Nós somos os desesperados em declínio
Criados pelos bastardos de 1969

Meu nome é ninguém,
seu filho perdido há muito tempo
Nascido em 4 de julho

Criado em uma era de heróis e trapaceiros
Deixando-me morto ou vivo

Eu sou uma nação,
Um trabalhador do orgulho
Minha dívida com o estado atual

As cicatrizes em minhas mãos
E os meios para um fim
É tudo que eu tenho para mostrar

Eu engoli meu orgulho
E engasguei em minha fé
Eu dei meu coração e minha alma
Quebrei meus dedos
E contei uma baita mentira
O pilar de controle do perigo

Eu estive no precipício
E joguei o buquê
De flores deixadas sobre o túmulo
Eu sentei na sala de espera
Passando meu tempo
E esperando pelo dia do julgamento

Elogio a Liberdade
A liberdade de obedecer
É a canção que me estrangula
Não passe do limite

Sonhe, América sonhe
Eu nem posso dormir
Por causa da luz do amanhecer
Oh grite, América grite!
Acredita no que você vê de heróis e trapaceiros?

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Rapsódia Boêmia

Isso é vida real?
Isso é só fantasia?
Pego num desmoronamento
Sem poder escapar da realidade

Abra seus olhos
Olhe para o céu e veja
Eu sou apenas um pobre menino,
Eu não preciso de compaixão

Porque eu venho fácil, fácil vou
E possuo altos e baixos
De qualquer jeito que o vento soprar,
Isso realmente não importa pra mim, pra mim

Mamãe, acabei de matar um homem
Coloquei uma arma em sua cabeça
Puxei o gatilho, agora ele está morto
Mamãe, a vida acabou de começar

Mas agora eu joguei tudo fora
Mamãe, ooh
Não foi minha intenção te fazer chorar
Se eu não estiver de volta a esta hora amanhã

Continue, continue
Como se nada realmente importasse

Tarde demais, chegou minha hora
Sinto arrepios em minha espinha
Meu corpo está doendo toda hora
Adeus a todos - eu agora tenho que ir

Tenho que deixar todos vocês para trás
E encarar a verdade
Mamma, ooo, eu não quero morrer
Às vezes eu desejo nunca ter nascido

Eu vejo uma pequena silhueta de um homem
Palhaço, palhaço você fará o fandango
Raios e relâmpagos me assustam muito, muito.
Gallileo, Gallileo,

Gallileo, Gallileo,
Gallileo Figaro - magnífico;

Mas eu sou apenas um pobre menino e ninguém me ama
Ele é só um pobre menino de uma pobre família
Poupe sua vida desta monstruosidade

Fácil vem, fácil vai - você vão me deixar ir?
Em nome de Deus! Não - nós não o deixaremos ir
Deixe-o ir

Em nome de Deus! Nós não o deixaremos ir - deixe-o ir
Em nome de Deus! Nós não o deixaremos ir - deixe-me ir
Não o deixe ir - deixe-me ir, nunca
Nunca deixar-te ir - deixe-me ir

Nunca deixe-me ir ooh
Não, não, não, não, não, não, não
Oh mamma mia, mamma mia, mamma mia deixe-me ir
Belzebu, tem um diabo reservado pra mim
Pra mim
Pra mim
 
Então você acha
Que pode me apedrejar e cuspir em meus olhos?
Então você acha que pode me amar
E me deixar pra morrer?

Oh baby - não pode fazer isso comigo, baby
Só tenho que sair
Só tenho que sair logo daqui


Nada realmente importa
Qualquer um pode ver
Nada realmente importa
Nada realmente importa pra mim

E de qualquer forma o vento sopra...